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Depois da grande pausa, veio a grande mudança. O normal deu lugar a um novo normal, em que já se pode sair de casa e fazer as atividades normais, mas com cuidados extra. E neste novo normal há também novas tendências que surgiram na sequência da pandemia, como forma de compensar os medos e limitações por ela impostos, e que pode aproveitar como oportunidades de reposicionamento profissional. Saiba quais são essas tendências.

 

 

1. Preferência pelos subúrbios

 

Ter espaço ao ar livre, longe de grandes aglomerados de pessoas, tornou-se num luxo que veio a inverter a tendência que se registava da preferência por viver nos centros das cidades, mesmo que sacrificando a dimensão da casa.

 

Estamos assim perante uma revalorização dos subúrbios e das casas afastadas dos grandes centros habitacionais, assim como das moradias em detrimento dos apartamentos, que permitam o isolamento social fundamental em tempos de pandemia.

 

Esta preferência por comunidades mais pequenas, mais rurais e mais distantes torna-se possível num contexto de grande profusão tecnológica, em que o trabalho e consumo à distância são realidades facilmente concretizáveis e cada vez mais comuns.

 

 

2. O regresso dos proprietários

 

O menor apego à noção de propriedade era uma das grandes tendências, especialmente entre os millennials, que demonstravam um menor interesse do que as gerações prévias em serem proprietários de uma casa, preferindo uma vida mais desapegada e mais focada nas vantagens do nomadismo digital.

 

Mas com a pandemia a importância da casa enquanto refúgio tornou a reafirmar-se, levando muitas pessoas a perceberem a importância de terem uma casa a que possam chamar de sua, onde possam estar descansados em situações de confinamento obrigatório.

 


3. O tamanho certo

Quando se falava em repensar a dimensão as casas, invariavelmente falava-se de preferir casas menores, num estilo de vida mais despojado, focado apenas no essencial. Mas agora tudo mudou. Uma coisa é ter uma casa pequena que serve apenas quase como sítio para dormir e recarregar baterias, outra coisa é ser obrigado a viver um longo período no mesmo espaço, muitas vezes com outra pessoa, onde se tem de trabalhar, ter momentos de lazer, descansar, comer, distrair as crianças e garantir que estão ligados às aulas à distância.

 

Há por isso uma tendência para a procura se centrar em casas maiores, que permitam ter mais espaço para todas as atividades que é necessário fazer em casa.

 

Estes tempos de mudança são uma oportunidade única também para mudar profissionalmente, percebendo as novas lógicas de funcionamento do mercado e sabendo ajustar a oferta àquelas que são as novas necessidades das pessoas. O novo normal, pede um novo profissional.

 

 

Baseado no artigo “7 emerging real estate trends in the new normal” publicado em inman.com

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